sexta-feira, 6 de março de 2009

Cultura é sim um bom negócio!


Recebemos uma interessante indicação de leitura sobre marketing cultural. Cortesia da parceira Maria Alreni, gestora do projeto Cultura e Negócios Integrados - PI do Sebrae piauiense. Esperamos que esse texto seja lido por muita gente, principamente os empresários. Essa pauta merece muito entrar nas rodas de discussões, sobretudo no Piauí.

Leia:

Empresas investem em cultura para ter ganho de imagem

Para executivos, ações de marketing cultural devem ser contínuas para trazer retorno no longo prazo

Marili Ribeiro

Em tempos de crise econômica, quando os cortes de investimentos entram em cena, o dinheiro aplicado em ações de marketing cultural deveria resistir. A principal razão para isso, segundo o americano Arthur Cohen, sócio da LaPlaca Cohen, empresa especializada em ações de marketing cultural, está na sensação de estabilidade e continuidade que esse tipo de marketing consegue passar para uma marca, num momento em que todos correm, por conta das incertezas, atrás de segurança. 

Cohen esteve no Brasil há algumas semanas para falar sobre o tema em evento patrocinado pela Luxury Marketing Council (LMC), da qual faz parte a agência de propaganda JWT, onde se deu o encontro para convidados. "A crise deixa as pessoas inseguras e, nesses momentos, a audiência fica presa a valores essenciais. Aumentam visitas a museus, centros culturais e espetáculos ", disse ele, tomando como base recente pesquisa feita nos Estados Unidos.

A pesquisa abrangeu um universo de mil pessoas, que responderam sobre como a crise econômica afeta o consumo cultural. Do total de entrevistados, 88% disseram que pretendem visitar mais museus e outros espaços culturais. Esse dado em si, na opinião de Cohen, configura uma ótima perspectiva para as marcas investirem no setor. Ele cita como exemplo os grandes grupos que mantêm parcerias em projetos de arte e são reconhecidos por isso, como é o caso da multinacional Unilever com a galeria Tate Modern, em Londres, ou então as ações da Louis Vuitton, ao convidar artistas plásticos para desenhar suas bolsas, malas e acessórios. 

LONGO PRAZO

Conhecedor do discurso de Cohen, o diretor de marketing do Bradesco, Luca Cavalcanti, diz que investimentos em marketing cultural realmente funcionam, desde que respeitem um planejamento de longo prazo. "Não aprovo o oportunismo de quem embarca nessas ações por puro modismo", diz. Quase a metade dos R$ 500 milhões investido anualmente em marketing pelo Bradesco é dedicada a eventos. São mais de 800 deles, entre festas regionais, comunitárias e nacionais, como o carnaval. 

"Estamos agora no ar com uma campanha publicitária em que, aproveitando o posicionamento de ?banco completo? que assumimos, mostramos um conjunto de ações que apoiamos", conta. O comercial reuniu em uma única arena manifestações culturais do País como o Boi do Festival de Parintins, as dançarinas das quadrilhas de São João, as rainhas da Festa da Uva, o músico de taikô do Festival do Japão e o maestro Roberto Minczuck, que rege a Orquestra Sinfônica Brasileira."No Bradesco, temos um comitê com profissionais de áreas específicas para avaliar as propostas que recebemos - e avaliamos cada oferta com a seriedade que ela merece."

Para o diretor de marketing do banco HSBC no Brasil, Marcello Velloso, a estratégia de associar marcas a projetos culturais em tempos de crise faz todo o sentido. É uma ação que traz retorno a longo prazo. "É um investimento que não deve se restringir a um período", diz. "O reconhecimento global da marca HSBC se deve muito à continuidade e à consistência de seus constantes projetos em marketing cultural."

Velloso conta que os recursos do projeto musical que o banco mantém nas casas de show HSBC Brasil, em São Paulo, e HSBC Arena, no Rio, devem ser 10% maiores do que os do ano passado. Já estão programados para o primeiro semestre dois shows dos guitarristas e blueseiros Buddy Guy e Robert Cray. No ano passado, o banco fez apenas dois espetáculos internacionais - com a jazzista Diane Krall e o cantor Seal. "A nossa preocupação é associar a imagem do banco a valores que traduzam sofisticação e exclusividade", diz. "Não caberia, por exemplo, associar a nossa imagem a estilos de apelo popular." 

FRASES

Arthur Cohen

Sócio da empresa americana LaPlaca Cohen

"A crise deixa as pessoas inseguras e, nesses momentos, a audiência fica presa a valores essenciais. Aumentam
visitas a museus, centros culturais e espetáculos"

Marcello Velloso
Diretor de marketing do banco HSBC

"É um investimento que não deve se restringir a um período"

link da fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090302/not_imp331818,0.php 

quarta-feira, 4 de março de 2009

Saiba como foi o Fórum Nacional de Direito Autoral


A ABMI indicou o site do MinC como fonte para saber como foi o Fórum Nacional de Direito Autoral. Os seminários realizados em 2008 estão sendo, gradualmente, disponibilizadas no endereço www.cultura.gov.br/direito_autoral. 

Lá é possível acessar vídeos e textos dos seguintes eventos:

Seminário “A Defesa do Direito Autoral: Gestão coletiva e Papel do Estado” - Rio de Janeiro, 30 e 31 de julho de 2008. Debateu sobre a situação das sociedades de gestão coletiva no Brasil, discutiu, dentre outros temas, o modelo e a organização desse setor; a criação de associações de usuários de obras protegidas pela legislação autoral; como enquadrar os novos usos nos conceitos tradicionais de utilização de obras e como superar as dificuldades de gestão de direitos nesse novo ambiente; os direitos de reprodução e a cópia privada; a gestão das obras audiovisuais; o papel do Estado na supervisão e regulação dessa atividade; e a necessidade de criação de uma instância de conciliação de interesses.

Seminário “Direitos Autorais e Acesso à Cultura” - São Paulo, 27 e 28 de agosto de 2008. Promoveu o debate com a sociedade e entidades de defesa do consumidor e o interesse público sobre o acesso à cultura face aos direitos autorais, discutindo, dentre outras coisas, o tema das limitações e exceções da lei autoral (a cópia privada, limitações para bibliotecas e outras instituições culturais, limitações para pessoas portadoras de necessidades especiais, limitações para fins educacionais etc); o domínio público; as formas de licenciamento e as medidas tecnológicas de proteção.

Seminário “Autores, Artistas e seus Direitos” - Rio de Janeiro, 27 e 28 de outubro de 2008. Ouviu autores e artistas sobre os benefícios e as dificuldades impostos pela atual estrutura do direito autoral no Brasil, angariando subsídios quanto aos seus anseios e receios diante das questões impostas pelo advento das novas tecnologias de produção e difusão dos bens culturais. Entre outras questões, discutir a questão das relações contratuais com os investidores da área cultural.

Seminário Internacional sobre Direito Autoral - Fortaleza, 26, 27 e 28 de novembro de 2008. Contou com os representantes dos diversos segmentos ligados ao tema do direito autoral do Brasil e do exterior. Dentre os tópicos debatidos estavam a questão do equilíbrio do Sistema Internacional de Direito Autoral, os novos temas em discussão no cenário internacional no tocante ao direito autoral e a inserção do Brasil no cenário internacional do direito autoral.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

MySpace lança Musificando, o canal para ajudar novos artistas a se divulgarem


No perfil Musificando, DJs, cantores, bandas e outros artistas vão conhecer todas as formas de se promover dentro da rede social.

Lily Allen, Cansei de Ser Sexy e Mallu Magalhães estão aí para mostrar como o MySpace é o espaço mais importante para um artista se promover atualmente na internet. E para ajudar os mais de 120 mil artistas brasileiros que usam a rede social, o MySpace criou um perfil especial para ensinar o passo-a-passo do sucesso: o Musificando (http://br.myspace.com/musificando).

Lá, os profissionais da música vão entender todas as ferramentas que existem no MySpace e que permitem ao artista alcançar um público até então inimaginável. Assim, é possível aprender a customizar o perfil para expressar na página todo o conceito do artista, e também como postar músicas, fotos, vídeos, anunciar shows, escrever no blog e enviar recados. Além disso, o objetivo é ensinar no Musificando como bandas, DJs e cantores podem utilizar as chamadas ferramentas de viralização, fundamentais para ter sucesso na web hoje.

Por ser uma rede social, em que os artistas se conectam a uma rede de amigos, o MySpace facilita não só a divulgação de músicas mas também de shows, recados, conteúdo como fotos e vídeos e novidades, pois permite que essa rede de pessoas saiba automaticamente tudo o que o artista atualizou em seu perfil. Além disso, se o fã gostar do material, pode adicionar uma música daquele artista ao seu próprio perfil, postar o vídeo de uma banda em seu blog ou enviar para os amigos, entre outras funcionalidades.

Um outro espaço bacana do Musificando será a seção de lançamentos: bandas independentes que quiserem estrear álbuns ou vídeos com exclusividade no MySpace contarão com esse espaço de divulgação no perfil.

“É diferente de manter um site isolado, em que você precisa ter um mailing gigante de pessoas para anunciar as novidades, ou criar uma comunidade de um artista, o que depende da disposição do fã de procurar aquele espaço para saber o que há de novo”, comenta o Diretor de Marketing Haryston Oliveira. Ele explica que a idéia de criar o Musificando surgiu após inúmeros pedidos de artistas por ajuda para se promoverem no MySpace. “Decidimos então criar um espaço para que todos eles possam aprender a se promover de forma eficiente. Esse é o espírito da Web 2.0: faça você mesmo. O MySpace assina embaixo e garante: se o artista trabalha certo e tem talento, o reconhecimento vem”, afirma Oliveira.

Mallu Magalhães, o mais recente fenômeno musical brasileiro descoberto no MySpace, concorda. “A partir do momento que o veículo internet para a arte vem cada vez mais crescendo no meio alternativo, nada como usá-la como aliada, renovando os princípios em praticidade. Os internautas são meus grandes parceiros. Sempre vão ser. O público fiel... Devo a eles tudo que posso oferecer como artista”, garante. 

fonte: Music News - Por Perfexx 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Conjunto Roque Moreira apresenta vídeo sobre sua mais recente turnê


Os "moreiras" fizeram uma turnê em janeiro que passou por Ceará e Paraíba. A turnê fez parte do Projeto Rock Cordel do Banco do Nordeste, uma iniciativa que serve de exemplo aos gestores do Piauí. No total, eles fizeram cinco shows e não vacilaram ao registrar a viagem em vídeo. Após o regresso, o pessoal do Conjunto Roque Moreira logo editou um mini-doc sobre a turnê e colocaram no Youtube. Confira abaixo:


Música: Vendedor de Cajuína
Video Promo da Turnê ROCK CORDEL 09

Imagens gravadas no periodo de 21/01 a 25/01 de 2009.

21/01 - CCBNB Cariri (CE)
22/01 - CCBNB Sousa (PB)
23/01 - Hey Ho Rock Bar - Fortaleza (CE)
24/01 - CCBNB Fortaleza (CE)
24/01 - Acervo Imaginário - Fortaleza (CE)

Ficha Técnica:

Imagens: Jell Carone
Edição: Samuel Calango e Jell Carone
Produção: Kasbafy
Direção Geral: Conjunto Roque Moreira

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Artigo: O “MinC Fiote” entre a crítica produtiva e a sapatada de scarpin

*publicado em 10 de Fevereiro de 2009 por Carlos Henrique Machado Freitas no site Cultura e Mercado

É preciso deixar claro que há neste país uma sociedade pensando seriamente em cultura, debatendo diariamente questões fundamentais dos gargalos que impedem que uma demanda represada do que é regularmente produzido em arte, encontre uma engenharia que contemple a fluidez e a elevação do tom no campo da análise honesta para se produzir, sem ambigüidades, mecanismos que possam promover a economia criativa, distante lógico, do mercantilismo vilipendiador, até porque os amantes de Davos terão que se conformar com, o que para eles, é um insulto, o conteúdo da última carta do fórum dos ricos, melhor, nem tão ricos assim, mas que pôs a bola do capital “bicho solto” universalista no chão e, agora, defendem um controle maior do Estado sobre o financismo que detonou a economia mundial.

É lógico que a temperatura da crítica honesta e transparente ao MinC aumenta diariamente por escolhas de políticas que produzem espumas republicanas e que se excedam numa, antes comemorada visibilidade do MinC, e que agora percebemos que esse processo, inclusive com Gil, quando não foi um simples espetáculo de imagem e som, serviu também agora para Juca Ferreira como amuleto de uma democracia falsificadora. Não exatamente por suas ações que andam muito mais na defensiva das críticas, pelo seu tangenciamento, assim como Gil, das questões que já estavam às suas mesas acumuladas de muitos dos seus antecessores. E, se empoeiradas essas demandas estavam na pilha de reivindicações, empoeiradas ficaram sobre a mesa dos Ministros, mesas que, por sinal, não me lembro de serem alvo de câmeras comemoradas por muitos de nós como tática de dar visibilidade a um ministério com muita luz e pouca ação. Acredito que Gil e Juca utilizaram a tática de adiantar a defesa, no melhor estilo de, “a melhor defesa é o ataque”, arregaçar as mangas do trabalho publicitário, de certa forma, deram uma de Azambuja, e seu eterno pique no lugar diante das câmeras.

Eu, que sou bastante cético aos holofotes nas questões de publicidade antes do acontecido, vi sendo utilizado tanto por Gil quanto por Juca, excessivos canhões de luz para dourar o peru de natal, bêbado e que morre sempre de véspera. Preferiria um Ministério da Cultura mais aos moldes dos monges e na discrição da engenharia silenciosa como a do Ministério do Desenvolvimento Social. Aliás, Patrus Ananias que, nesse tempo todo de sua indiscutível competência à frente de um bem articulado ministério, trabalhou mais debruçado na busca por um sistema que contemplasse êxito em seus propósitos do que bradou, diante das câmeras, o não acontecido, como é o constante erro no MinC, ainda mais hoje, com a derrocada dos jornalões impressos, utilizados para qualquer publicidade paga, perdem campo a cada dia justo para espaços, assim como os blogs que se propõe a um diálogo franco com várias correntes de pensamento na sociedade.

Portanto, na ordem do dia, o MinC deveria adotar a reflexão papal, mergulhar nas realidades contidas no embaraço de uma produção regular de muitos artistas, escritores, produtores que continuam sendo camelôs de seus próprios produtos feitos com a matéria-prima da paixão que, simplesmente, não é detectada pelo radar político do ministério que, por sua vez, não conseguiu estabelecer normas claras do que de fato está calcada a sua política pública de cultura.

As somas de ambigüidades se acumulam num claro bate-cabeças de um ministério que propôs um diálogo dentro da sua unilateralidade, uma reprodução, a princípio de, um quase, Projeto Pixinguinha, onde se juntam no mesmo palco um artista famoso, Gil, e outro desconhecido da Mídia, Juca, a exporem seus ideais que beiram à particularidades diante de uma platéia que pode, no máximo, seguir palmeando a canção e depois, a ovação, com desfecho de arranjo adornado de redondilhas entrincheiradas em clichês da velha revolução sem povo.

É certo que no meio das críticas surjam os oportunistas, aqueles que naturalmente vão ao estádio soltar suas cachorras em cima da mãe do juiz. Mas, como se diz em campinhos de várzea, isso é do jogo. Há também o perigoso Berlusconismo no Brasil à espreita de uma vírgula de crítica para soprarem o diapasão e cantar em coro a música carregada de um repugnante preconceito contra um presidente que saiu das camadas pobres da população brasileira. Então, a Madame Lady do “cansei” frustrado, aproveita a peleja da crítica honesta e atira, como um chacal, o seu scarpan em Lula, carregando a frase do maestro Bornhausen,  “A gente vai se ver livre desta raça por pelo menos 30 anos”, reverberizando uma mídia nitidamente antilulista que anda agora a caçar um mínimo de ar pela asfixia que a velocidade da informação dos blogs lhe impôs, pois a mesma apostou excessivamente na cartilha de Simão Bacamarte, personagem central do Alienista de Machado de Assis. Em conseqüência, essa mídia terá o destino do personagem que quis desqualificar 84% dos brasileiros que aprovam o governo do Presidente Lula.

Há ainda no acompanhamento dessa sonata fúnebre dos insurgentes o motim do canecão, Odoricos de si mesmos, os da “Revolta dos Marechais” do show business estatal que, seguidos pelas câmeras globais, faziam o setembrismo tropical, onde o objetivo era reivindicar aumento para os seus soldos. Eles não estavam ali erguendo espadas em prol da cultura brasileira, e sim, bradando pelo continuísmo de benefícios particulares tão tradicionais em terras de Vera Cruz.

O papado hegemônico da nossa casta esteve a construir nepotismo no corpo da Lei Rouanet, para o bem da família napolitana “Camorra”, um Carbonaro e seu feudo oligárquico metropolitano.

 Aliás, Lei Rouanet precisa sim de uma ampla discussão sobre os seus destinos, pois a mesma é hoje um desses casos clássicos do texto que se choca com o prefácio, um mecanismo que seria a “prima-dona” do reequilíbrio com a sua potente voz em coro com artistas indigentes dos sistemas de mercado ou dos ofícios fardados. Mas a nossa “Maria Callas” desafinou, em pleno maracanã lotado de expectativas que se emudece em tom solene num fracasso de decisão de copa de 50.

O fato é que a vedete do financiamento público de cultura não vive mais a inspirar tórridas paixões em amantes incorrigíveis, mergulhados em suas boêmias utopias, apenas pela exibição do seu minúsculo umbigo que, por sinal, foi interlocutor, em grande parte, dos abusos tragados do cordão umbilical pelas leis do mercado caixeiro viajante.

Ela não pode se desnudar por completo, pois ostenta hoje formas nada republicanas e, vedete que se esconde em camarim escuro, não se cria sequer no seu fã clube.  A vedete, hoje obesa, por acúmulo de gorduras que distorcem o seu objetivo, terá que buscar uma dieta para que não morra de falência múltipla dos órgãos.

Por outro lado, nas ações diretas do MinC, ainda hoje me pergunto, o que seria um pontão de cultura, já que a cidade onde resido, Volta Redonda, Foi uma das primeiras a ser contemplada. E, pelo TOM, até megalomaníaco, imaginávamos ser um estrondo, uma explosão de uma nave-mãe regional pelo discurso proferido por Gil como cidade líder de uma Bacia Cultural. Mas pelo que vejo, sem saber até hoje, o que significa isso, ”Pontão de Cultura”, além de um diploma, deve ser um desses botos criados no açude do MinC que não cansa de fazer água discursiva na escalada de reprodução de piadas, como a que narro a seguir e que é a cara do eterno tom inaugural que MinC se farta para fugir da cobrança de resultados concretos.

 “Um homem, para fugir do flagrante de adultério com a mulher do marido traído que chega de repente, veste-se com uma fantasia de anjo, detalhe, com asa e tudo, sobe ao altar e se mistura entre os santos e, quando descoberto, é pressionado pela carabina do marido traído que lhe pergunta… Você é anjo? E o homem/anjo responde…. Sou sim. Então, o marido com o seu bacamarte já engatilhado e encostado em sua cabeça, ordena,… Então voa anjo!… O homem/anjo responde…. Não posso, sou fiote!”.

Feira da Música de Fortaleza está com inscrições abertas


Atenção instrumentistas, cantores e bandas do Brasil e do exterior, dos mais diferentes gêneros, como rock, música eletrônica, jazz instrumental, hip hop, blues, MPB, entre outros: as inscrições da Feira da Música de Fortaleza estão abertas. Os interessados têm até o dia 20 de março para enviarem seus materiais. O anúncio da seleção está programado para a primeira semana de maio.

A ficha de inscrição está no site www.feiramusica.com.br. Depois de preenchida, o interessado deve envia-la para a Midiamix Comunicação, produção do evento, juntamente com um CD demo contendo, no mínimo, três músicas, ficha técnica com a relação dos músicos e instrumentos e um breve release.

O Piauí participou efetivamente da Feira da Música de 2008. No evento do ano passado as bandas Validuaté, Conjunto Roque Moreira e Batuque Elétrico tocaram no evento. No lado mais comercial, propriamente dito, o Bumba Records esteve presente com um stand e participação em rodadas de negócios.

O endereço para o envio de material é:
Rua Engenheiro Plácido Coelho Júnior, 180, Vicente Pinzon 
Fortaleza - CE
CEP 60175-635
Contatos: (85)  3262-5011 e secretaria@feiramusica.com.br.

Rogério Lamblet, da AMAR, dá mais esclarecimentos sobre nota publicada aqui sobre direitos autorais

*atualizado

Com relação ao post "Bumba Records resgata direito autoral da banda Validuaté", Rogério Lamblet, da AMAR, vem dar mais esclarecimentos sobre o assunto. Especialista nesse meio, o parceiro do Bumba Records escreveu:

"A título de esclarecimento, gostaria de informar que para pagamento de direitos autorais oriundos da execução AO VIVO, o ISRC não é exigido. Portanto, mesmo sem que o mesmo exista, os royalties são recolhidos, haja vista que a execução é ao vivo, e não foi executado o fonograma para o qual o ISRC a título de regulamentação e proteção dos direitos. Ou seja, em outras palavras e de forma simplificada: informo que para eventos AO VIVO o ISRC não é considerado uma vez que a execução não é mecânica. Portanto o ISRC é empregado maciçamente para pagamento das execuções coletadas a partir de RÁDIO e TV. Isto é, quando for mecânica".

O Bumba Records agradece mais uma vez o apoio de Lamblet e da AMAR pela ajuda e esclarecimentos sempre à disposição dos artistas.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Conexão Vivo: últimos dias para inscrições


Desde o dia 28 de janeiro estão abertas as inscrições para o Conexão Vivo. Projeto voltado para a descoberta de novos talentos nacionais. Mas, se isso interessou, corra, pois as inscrições vão até o próximo dia 16 de fevereiro. As inscrições devem ser feitas pelo portal http://www.conexaovivo.com.br .

O evento está na oitava edição e tem novidades. Na edição de2009, o projeto amplia participação para músicos de todo o Brasil e abre Portal com conteúdo diversificado e comunidade própria de relacionamento. 

Passada a etapa de inscrições, dia 20 de fevereiro sairá a relação dos vinte indicados pela curadoria do projeto. E no dia 4 de março serão conhecidos os quatro indicados pelo público através de votação popular no portal.

Os vinte e quatro nomes selecionados da caravana de shows pelo interior de Minas Gerais (Governador Valadares, São João Del Rei, Uberlândia e Montes Claros) e uma cidade pólo do interior de São Paulo, acompanhados por 32 artistas e bandas que já possuem carreiras consolidadas e são patrocinados pela Vivo.

Uma boa pedida, concorda? Vale a participação.

Roque Moreira é atração de rádio de Brasília


Quem estava ligado na rádio FM Cultura 100,9 de Brasília conheceu o poder de fogo do Conjunto Roque Moreira. O programa “FMI nas Ondas do Rádio”, apresentado por Gustavo Vasconcellos, fez um apanhado das músicas dos “moreiras” e os apresentou de forma especial.

No programa – que é veiculado toda segunda, sempre às 21h00h, na Rádio Cultura FM de Brasília – Gustavo avaliou muito bem o trabalho do grupo piauiense, da música do Piauí e reforçou a parceria com o Bumba Records, falando do trabalho feito pelo selo no estado.

Gustavo Vasconcellos é diretor geral da GRV Produções e parceiro do Bumba Records. A rádio que transmite seu programa tem um no interessante site de música Movimento Calango (clique aqui e confira essa dica). 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Bumba Records resgata direito autoral da banda Validuaté


O Bumba Records continua resgatando e cadastrando corretamente o ISRC dos artistas piauienses, dando continuidade ao trabalho que desenvolve acerca de direitos autorais com a classe artístico-musical desde 2008. A ação mais recente ajudou a banda Validuaté a resgatar seus direitos autorais. A exemplo do que já aconteceu com a banda Karranka, Vavá Ribeiro, José Rodrigues (autor da musica “Teresina” com Aurélio Melo), Roraima, entre outros.

[foto: Quaresma em estúdio, gravando segundo CD da Validuaté no Master Studio]

Isso mostra que os artistas começam a abrir os olhos para mais esse meio de ganhar dinheiro e ajudar no projeto de viver, ou viver bem, da música. “Antes, o artista não tinha o conhecimento devido de seu cadastro do ISRC, e na hora de enviar sua ‘master’ para a prensagem, o escritório representante da fábrica cadastrava o ISRC no nome de seu titular, ficando assim com os direitos de execução publica do artista”, explica o presidente do Bumba Records, Márcio Menezes. 

Após a atuação do Bumba Records junto à AMAR, o ISRC do compositor Quaresma (da banda Validuaté) foi regularizado e ele recebeu os seus direitos autorais retidos referentes ao Piauí Pop. Esse direitos ficam no ECAD por cinco anos à espera de seu titular para pagamento. Isso mostra, inclusive, que há sim empresários como Marcus Peixoto (Piauí Pop), que pagam o ECAD referentes aos shows que produz. E, assim, artistas como Quaresma, que tem seu ISRC cadastrado, recebem seus  direitos de execução publica de suas musicas.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Até quando vamos ficar de fora do circuito nordeste, brasileiro, mundial?

por Márcio Menezes, presidente do Bumba Records
 
Atualmente no Brasil, os produtores e artistas vem se encontrando para discutir e tentar encontrar maneiras de se viver de música no país (veja livro sobre o assunto no site www.futurodamusica.com.br), ou mesmo para debater sobre as vantagens e desvantagens geradas pela grande rede. Enquanto isso, os produtores e artistas independentes de Teresina continuam caminhando a passos lentos e sem perspectivas profissionais. 

Inicia o ano de 2009, e o calendário de eventos do circuito da música independente no Brasil inteiro está pipocando. Festivais, feiras, seminários e encontros feitos por produtores independentes em parcerias com a iniciativa privada e o poder público vem passando por cima da crise e criando oportunidades de mercado para o setor. Mesmo assim, quem da nossa música piauiense vai ao Rec-Beat e Porto Musical em Recife, ao Rio Music Conference no Rio de Janeiro, ao Psycho Carnival 2009 em Curitiba, ao Grito de Rock da America Latina em Porto Alegre? Será que isso não é importante pra nós? 
 
Precisamos desenvolver um trabalho sério e pontual através de nossos produtores, artistas, parcerias privada e pública, para se poder formatar um modelo de negócios para o setor da produção musical do estado. Pra que melhores exemplos, como dos nossos vizinhos? Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, entre outros, realizam eventos anualmente. Abrindo mercado para os seus produtos e artistas, principalmente para a Europa. Por meio de bons produtos, sim, mas, através de produtores conectados à sua identidade cultural, empresariado sabedor de suas commodities culturais, poder público criativo e eficiente. Dando assim um grande passo de inclusão profissional e de suas potencialidades econômicas regionais.

O Bumba Records, a exemplo do que iniciou em agosto de 2008 em vários eventos realizados com a classe artística, vai continuar incitando ações conjuntas com a cadeia produtiva da música para chegar a uma alternativa de saída desse marasmo em que nossos produtos musicais e artísticos se encontram. Seja essa debilidade fruto da incompetência de agentes públicos, como os responsáveis pela proteção e incentivo à cultura do estado; ou pela falta de maturidade e pretensões profissionais de uma boa parcela dos artistas locais, que deixam passar orçamentos destinados ao fomento econômico de atividade musical para gerenciadores de órgãos públicos de cultura que não são profissionais, nem criativos, e nem mesmo tem algum projeto para o setor.

Precisamos abrir os olhos para nossas oportunidades. Temos que ver pelo lado positivo da coisa. Nós temos produtos de qualidade para entrar no mercado sim, nos falta apenas aprender de fato a lidar com o mercado e pôr esse aprendizado em prática. Veja bem: se por um lado o mercado da música no Piauí não se estabeleceu com excelência profissional; por outro, temos um vasto e potencial mercado completamente escancarado. Simplesmente esperando que ajam para que ele dê resultados.

Saiba mais sobre os eventos citados:

Rec-Beat 
21 a 24 de fevereiro
Cidade: Recife
Estado: PE

Rio Music Conference 
18 a 24 de Fevereiro
Cidade: Rio de Janeiro
Estado: RJ

Psycho Carnival 
19 a 23 de fevereiro
Cidade: Curitiba
Estado: PR

Porto Musical

Grito de Rock da America Latina 
20 de fevereiro a 10 de março

--quer comentar? expor sua opinião sobre o assunto? não perca tempo, clique abaixo e comente!--

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Rio Music Conference 2009 acontece este mês no Rio de Janeiro


O maior evento de música eletrônica, Rio Music Conference, acontece a partir do dia 18 de fevereiro. O evento terá terá palestras, workshops e apresentações de alguns dos melhores DJs do mundo.

Realizado na Marina da Glória, essa será a primeira vez que o evento acontece no Brasil. O Rio Music Conference se dividirá em duas frentes: workshops e palestras com os principais profissionais do mercado e festas com alguns dos melhores DJ´s do mundo, como o David Guetta, Erick Morillo e Armin Van Buuren. A estimativa dos organizadores é ter 2.500 pessoas por dia na feira.

Além da grande diversão que vai rolar por lá, o evento tem o fortalecimento do mercado e seus atores como foco importante na conferência. Os encontros nos workshops e palestras vão abordar temas como mercado publicitário, cenário internacional, planejamento de carreira de DJ, copyright, tendências musicais, internet e novas tecnologias. Os convidados são músicos, artistas, profissionais da cena e, claro, o público, que terá acesso a toda essa programação especial.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Livro sobre futuro do CD e da música foi lançado em formato PDF


Com participação de vários profissionais renomados da música, o livro "O Futuro da Música Depois da Morte do CD" é leitura importante para quem é músico ou trabalha com música de alguma forma. E você pode baixá-lo gratuitamente na internet, pois o livro foi lançado em formato PDF e disponibilizado na grande rede.

Os organizadores Irineu Franco Perpetuo e Sergio Amadeu da Silveira reuniram nomes como Pena Schmidt, Ricardo Bernardo, Andre Mehmari, Chico Pinheiro, entre vários outros. Os assuntos tratados no livro giram em torno de música digital, cibercultura e novas tecnologias.

Se interessou? Pois não perca tempo, vá ao site www.futurodamusica.com.br e faça o download do PDF do livro.

O Bumba Records separou um trecho do artigo de Pena Schmidt que pode ser conferido logo abaixo.

E agora, o que eu façodo meu disco?
Pena Schmidt

Olhando a mesa atulhada de CDs e até LPs que me mandam, fico pensando na pergunta que sempre me fazem: “E agora, o que eu faço do meu disco?”. Os tempos estão complicados, ninguém sabe por onde ir, mas a pergunta é antiga. 

Desde meados dos anos 1990, quando a “informática” democratizou os meios de produção, os artistas já se viam com esse dilema. Programas de subsídios à cultura, ferramental barato – estúdios e instrumentos –, o espaço minguando nas multinacionais do disco. Vários fatores dispararam um processo em que o músico e artista no papel de produtor fonográfico chegava sozinho até o disco e o momento de aflição acontecia. Abriamse as portas do armário cheio com um milhar de CDs recémchegados da fábrica e se fazia esta pergunta fatal: o que eu faço do meu disco? 

Um ramalhete de canções, um maço de músicas, uma dúzia de opus arrumados em embalagem para viagem. Um formato que durou cinco décadas cheias de emoções e parecia a forma natural de ser. O tamanho certo e orgânico, suficiente para uma etapa na rodovia ou para um romance. Perfeito para a audição saborosa. Toda uma cadeia produtiva se formou e criou limo em volta desse costume tribal global de lançar suas músicas uma vez por ano num disco com 12 faixas. 

Mas, subitamente, a música se livrou do suporte material, di gi ta lizouse de uma vez, transcendeu o meio e se transfor mou na própria mensagem. Os bits imateriais percorrendo os nervos de co bre espalhados pela superfície do planeta explodiram uma superno va com todas as músicas ao mesmo tempo em todos os lugares. Inexoravelmente vazios de conteúdo, os canais de circulação dos discos de música vão secando: lojas fechando todo dia, rádios só de noticias, o axé venceu pelo beijo na boca. Começa uma nova era – O CD Morreu! Perplexos, músicos e artistas continuam com aquela mesma pergunta. E agora?! O que eu faço com meu disco? 

Talvez o conceito não esteja tão fadado a morrer quanto dizem. Talvez tenha de se metamorfosear, como as borboletas e os sapos ao saírem de sua fase primitiva. Talvez o CD seja mesmo apenas um parágrafo na história da arte, como as gavotas e o chácháchá. 

Depois do mundo caótico, do caos, confuso, sem nexo nem ordem apa rente, virá um mundo quântico, no qual todas as hipóteses são possíveis e os paradoxos convivem uns com os outros. Prepare seu coração porque pode ser assim quando houver banda larga em todos os lares. 

Imagine um mundo em que o CD morreu, mas sobrevive. Morreu à míngua. As últimas lojas – as de colecionadores – fecham as portas, não há mais espaço de CD nos supermercados nem nos magazines. Ainda sobrevivem as lojas que vendem CDs pela internet. Uma conferida na Amazon mostra que ainda existe 1 milhão de títulos no catálogo físico em 2008. A partir de, digamos, 500 mil títulos, é apenas um nome no catálogo e, se você quiser comprar, é preciso dar um tempo para se localizar o produto, ou pelo menos haverá uma tentativa de localizar. Já no Submarino, CDs ainda são uma seção importante, na página prin cipal, e o destaque reflete o CD como um presente: as românticas cai xas de românticos artistas, o padre campeão de vendas, Madonna e Rolling Stones. Uma busca rápida mostra que o fundo do catálogo do Submarino é mais superficial do que no catálogo da Amazon. Parece que só está à venda o que existe fisicamente num estoque de gravadora, e isso, como veremos, tende a diminuir. 

Vamos dividir o mundo em dois. De um lado, numa pilha, todos os CDs legítimos, que tenham metadata, um CNPJ e um endereço para contato. Do outro lado, outra pilha com todos os CDs restantes, que não preencham os três requisitos.

Por partes: metadata – dados além da música – é aquela informação que estava na capa do disco, na embalagem do CD, e que se abre quando você clica num CD numa loja da internet. Metadata contém a arte da capa, a ordem das faixas, seu tempo e nome, autores, o selo, a data de lançamento, enfim, todas as informações que havia na capa do disco e que agora fazem parte de um arquivo que anda junto com as faixas do CD na venda de download. Metadata completo significa a preocupação de alguém em ter os contratos e autorizações com todos os envolvidos – autores, editoras, licenciantes. Todos devidamente iden ti fi cados como nas fichas técnicas dos CDs e LPs. 

Metadata completa e com CNPJ já é um pouco mais dificil, pois denota que havia uma empresa associada ao produto, e que essa empre sa fornece o CD que pode ser vendido numa loja eletrônica. Sem CNPJ ou sem nota fiscal, é uma venda informal, e as lojas sérias não ven dem CDs sem nota. Por fim, é preciso que haja alguém num en dereço comercial para atender aos pedidos das lojas, dos discos ven didos pela internet, já que ninguém mais quer ter estoque. Assim, chegamos à situação atual, em que só discos distribuídos formalmente estão à venda nas lojas formais que, por sua vez, são cada vez menos pontos de venda de música, mesmo na internet – o que estrangula cada vez mais a cadeia produtiva. Nesse trecho do circuito, só vende o que vende, o que é comercial e tem demanda...."
Para ler o artigo completo e muitos outros clique aqui e faça o download do livro.

E ainda na seara da literatura, quem quiser se aprofundar mais sobre novas tecnologias, dinâmica de marketing e vendas de música, fica a sugestão do Bumba para ler o livro "A Cauda Longa" de Chris Anderson (editora: Campus). Um best seller internacional. Leitura obrigatória para quem trabalha no mercado da música.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Master Studio/Bumba Records continua gravações de novos CDs


O Master Studio/Bumba Records continua gravações de importantes CDs que vão estar ainda esse ano nas prateleiras das lojas de disco. Estão em plena fase de gravação as bandas Cojobas, Fullreggae e Validuaté. Podemos garantir vai sair muita música boa dessa ralação.

Abaixo você pode conferir algumas fotos desses bastidores de gravação:



[Cojobas]



[Fullreggae]



[Fullreggae]



[Validuaté]



[Validuaté]



[Validuaté]



quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Validuaté participa de classificatória para show da Alanis



A banda Validuaté topou a disputa para ser uma das bandas a tocar junto com a cantora Alanis Morissete. A organização do show está promovendo essa concorrência pra selecionar três nomes que irão tocar no Atlantic City Club dia 28 de janeiro, quando a cantora canadense faz apresentação inédita em Teresina.

Validuaté participa da classificatória se apresentando neste sábado, dia 24, na casa de shows 3D, localizada na Avenida Petrônio Portela, ao lado da antiga Pantheon. Esse será o último dia de classificatória. Então, quem é fã da banda e deseja ver a Validuaté no show da Alanis, deve marcar presença no show de sábado e votar à vontade no grupo. E o melhor: de quebra vai conferir o novo show da Validuaté!

Fora isso, vale dizer que a Validuaté teve uma boa passagem por Brasília no fim de dezembro passado. Eles tocaram em uma casa chamada Rayuela e gostaram da experiência. "O Rayuela é um lugar muito simpático e bem frequentado. Foi uma boa experiência tocar para os brasilienses, um público pequeno mas especial. Seria muito bom poder voltar lá outra vez", disse Quaresma, vocalista do grupo. 

A banda também aproveitou pra divulgar seu trabalho na Rádio Nacional AM e FM. "Nas rádios fomos muito bem recebidos e concedemos duas entrevistas muito boas. Descontraídas, inteligentes. Profissionais de primeira. Vimos um espaço muito interessante naquelas duas rádios, Nacional AM e FM. Sentimos que temos espaço aberto por lá", contou Quaresma.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Bumba Records/Master Studio retoma atividades com boas perspectivas para 2009


Depois das festas de fim de ano e do merecido recesso, o Bumba Records/Master Studio arregaça as mangas e volta ao batente. De cara, já retomamos as gravações de discos. Voltam às salas de gravação do Master Studio as bandas Cojobas, Fullreggae, Validuaté e War Torment. 

E muitos outros projetos estão no gatilho. Temos perspectiva de muito trabalho para 2009, já que a cena da boa música no estado está cada vez mais ativa. Os músicos estão arregalando os olhos para o mercado profissional da música, entrando em parceria e contratando os serviços do Bumba Records/Master Studio. Atualmente são oferecidos os serviços de Gravação, Edição, Distribuição, Produção e Assessoria de Imprensa. 

É importante salientar também o Upgrade que o Bumba Records/Master Studio está fazendo para trabalhar com uma qualidade ainda maior. Estamos esperando novos equipamentos chegar e a conclusão da reforma da sala de gravação. O que, sem exagero, fará com que o Master Studio seja um novo estúdio de gravação. Atestando o alto nível dos serviços do Bumba Records/Master Studio. Mais uma vez na vanguarda do estado. [Clique aqui para mais detalhes] 

No mais, a equipe do Bumba Records/Master Studio deseja um 2009 cheio de trabalho e sucesso a todos os guerreiros do mercado da música. Estamos à disposição, sempre!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Boas festas e boas vibrações musicais!

A família Bumba Records dá uma pausa nos trabalhos para as festas de fim de ano e deseja felicidades e sucesso para todos os parceiros no ano que está por vir.

Sabemos que o ano será cheio de trabalho e nós estamos nos preparando para isso (veja mais clicando aqui). De certo faremos nossa parte com o maior prazer, ajudando a música piauiense a alcançar o sucesso que merece!

Boas festas, saúde e sucesso a todos!

Márcio Menezes - Presidente do Bumba Records
Mike Soares - Produtor e Engenheiro de Música do Bumba Records
Pecê Lopes - Assessor de Imprensa do Bumba Records

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Peripécias do mercado da música


Passando pelo Blog de Pena Schmidt vimos um texto interessante sobre o mercado da música. Pena é da ABMI e produtor de grande experiência. Leia o texto e deixe sua opinião sobre o que ele disse no espaço para comentário logo abaixo do texto. 

Reembaralhando as mesmas cartas

Pena... qual a vantagem hoje de se ter e de se estar numa pequena gravadora (antes chamada de indie)??? (Márcia Tosta Dias)
Pequena ou grande?

As grandes tem lugar para muito poucos, algumas dezenas de artistas no total, portanto nada significativas como escolha ou opção, e no fundo, saíram do ramo, são donas de direitos.

A pequena, que é independente exatamente por não ser do bloco das grandes multinacionais globais é uma Pequena ou Média Empresa, geralmente dirigida pelo dono e alguns sócios, geralmente é um corolário de algum outro negócio – um estúdio de gravação, uma produtora, um agente de artistas, uma casa noturna etc. Como todas as PMEs, não tem capital de giro, conta com recursos geralmente compartilhados entre outras atividades – horas no estúdio, p.ex. – e quando é uma PME da Música, é movida a entusiasmo, paixão e um otimismo de longo prazo, já que dificilmente as contas fecham em cada produto, disco ou projeto. Alguns acertos justificam a perseverança, o investimento é fruto de lucro em outras atividades e o resultado não se pode chamar de “industrial”, com um fluxo irregular e incerto de produtos e receitas.

Ainda assim, do ponto de vista do artista, é melhor estar associado a um parceiro que divida a carga de trabalho, mesmo que não seja 100% dedicado ou tão profissional quanto deveria.

Em 2008, a discussão talvez seja qual o melhor parceiro que um artista precisa: uma gravadora ou um agente.

O mercado periclitante da música gravada aponta para a perda de importância da gravadora. O disco, como obra, preserva seu valor como objeto artístico, é representativo como portfólio do artista, é um bom indexador, ajuda o artista a se inserir na produção musical, no meio artístico. O disco não morre tão cedo. Mas como mercadoria, para os novos, para os iniciantes, é apenas um souvenir para ser vendido no fim do show, deveria até ser grátis, como um anúncio ambulante do espetáculo do artista.

Uma gravadora pequena, mesmo que não seja eficiente como vendedora de discos, pode ser competente como produtora, pode trazer qualidade de gravação, um olhar exterior que ajuda o artista a focar no seu melhor talento, pode acrescentar um rol de colaboradores, os artistas gráficos, os webdesigners, a assessoria de imprensa, advogados e outros que somam esforços e profissionalizam o trabalho do artista músico.

Mesmo que seja apenas esta soma de mais uns bem intencionados sem recursos, mas coordenados sob o CNPJ de uma PME, já é um bom negócio por legalizar o artista, que sem gravadora é apenas um artesão, a não ser que se transforme ele mesmo num dono de negócio. E quem quer ter um negócio destes apenas para mostrar a própria obra? Se for um bom negociante, vai cuidar de ser seu próprio agente, que é melhor negócio.

Pequenas gravadoras conseguem abrigar artistas e gerar produtos artísticos, sim.

Mas dificilmente geram receita para o artista. Vale lembrar que isto é uma regra que vem desde sempre. Gravadoras não dão dinheiro para o artista, nunca deram, quando havia mercado, elas ficavam com a maior parte do dinheiro. O artista, quando vendia bem seus discos, tinha a contrapartida da popularidade, que podia gerar reputação, um valor que é próprio do artista. Tudo isto se reflete num espetáculo mais requisitado e, portanto, mais bem pago, onde, ai sim, o artista ganha seu dinheiro dividindo apenas com seu agente.

Ainda por cima, gravadoras são um assunto que vai se relativizando nesta época de espaços na internet onde o artista publica sua obra gravada em casa, cria seu visual usando ferramentas pessoais, câmeras, celulares, PCs e mais ainda se insere em comunidades, projeta seu perfil, exibe sua atitude perante a vida e a arte, cria um discurso tão complexo e envolvente quanto o que era criado pelos magos pop no apogeu das grandes gravadoras, não mais manifestação dos meios de massa, mas um discurso de pé do ouvido, entregue em casa na solidão. Funciona, é eficaz, carreiras estão sendo solidificadas a partir de coletivos que se aglutinam em torno de opiniões comuns sobre o mesmo artista. As páginas de orkut, os blogs, os twitters, as web rádios que repercutem e geram impulso, até extravasar na vida real, shows lotados de gente desconhecida, sucessos de internet, cada vez mais comuns.

Entra em cena o agente, é inevitável. Porque alguém precisa coordenar a logística, estabelecer preços, cobrar e receber, montar uma agenda, é complicado botar o bloco na rua. Entre uma pequena gravadora e um amigo com jeito para negócios para vender seus shows, o ideal é ter ambos. Porem, com um agente trabalhando, começa mais cedo a procura pelo público, que só existe mesmo na hora de pagar para ver o show, já que a música gravada é grátis e disponível como água, não é?

Não chega a ser um dilema, mas sem música gravada não há espetáculo? Ambos se complementam, a música gravada hoje desemboca na apresentação ao vivo e não mais na venda de cópias, de discos. A música gravada pela gravadora tem mais chances de virar boas bilheterias do que virar vendas. Localizando melhor a conversa, no Brasil não temos nem a chance da venda de música pela internet, este mercado é insignificante. A loja da Apple, iTunes, que domina 80% do mercado americano de venda pela internet, não tem planos para entrar no Brasil e nem se cogita aqui de outras receitas que poderiam ser auferidas pelas gravadoras pelo tráfego de suas músicas pela internet, como cobrar nos provedores de banda e distribuir via ECAD, tema que é assunto de Estado pelo mundo afora. Resultado? O dinheiro esta nos shows. Mais força para o agente, que um dia poderá ir buscar estes direitos e porcentagens das vendas digitais, que acontecem quase sozinhas, sem precisar de administração e logística, como no tempo das gravadoras.

Reembaralhando, ficamos assim. Um agente, que cuida da agenda e dos negócios do artista. Uma gravadora, que cada vez mais se parece com um parceiro na elaboração do produto disco, seu portfólio também para gerar outras receitas. Um artista balançando entre quem trará dindim ou prestigio. A internet como novo campo onde se desenrola o jogo. O dinheiro onde sempre esteve, no bolso do público. Terceiro sinal, começa o espetáculo. 

Pena Schmidt


Não esqueça de participar da discussão e ponha sua opinião nos comentários logo abaixo.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Validuaté mais uma vez é destaque no MUSIC NEWS!


A banda Validuaté está mesmo dando o que falar. E prometem muito mais para o ano que vem! Olha só eles mais uma vez no Music News - site referência no mercado da música no Brasil.

ValiduatéValiduaté, em boa fase, toca em Brasília e tem boas perspectivas para 2009 
Music News - 12/12/2008 - Por PC Lopes - Bumba Records

Comemorando um ano de lançamento de seu primeiro disco ("Pelos Pátios Partidos em Festa"), a Validuaté está festejando o aniversário do disco e aproveita para lançar novo repertório. E uma das festas está marcada para Brasília, no Rayuela Bistro, dia 12 de dezembro, nesta sexta-feira. O show "Piauí Sound" é uma apresentação de Bumba Records e GRV. E conta, além de Validuaté, com a participação de mais duas bandas do Piauí: Conjunto Roque Moreira e Batuque Elétrico. Serão três grupos que mostram diferentes vertentes do que a cena do Piauí vem apresentando atualmente. O novo repertório que a Validuaté vai apresentar nesses shows de comemoração já vai mostrar um pouco do que a banda está preparando para o próximo disco. "Alegria Girar" é o trabalho no qual a banda está debruçado atualmente. Eles já estão com produção adiantada no Master Studio, em Teresina, e contará com a participação de Isaac Bardavid e Lirinha (Cordel do Fogo Encantado). O Disco será lançado pelo selo Bumba Records em meados de 2009. O disco realmente promete. Pois além da banda, profissionais envolvidos, participações especiais, o estúdio do Bumba Records está trabalhando em alto nível. O Master Studio está em processo de Upgrade para um novo sistema de gravação digital que conta com Pro Tools HD2 Accel, Interface 96 I/O e o Mac Pro Two 2.8 Quad Core; que vão se somar aos periféricos valvulados e microfones de alto nível que o estúdio já trabalha.

>>Leia Mais

Veja você mesmo no site da Music News clicando aqui.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Associação de Músicos Arranjadores e Regentes - AMAR - reconhece trabalho da Bumba Records


Abaixo você confere a carta enviada pela Associação de Músicos Arranjadores e Regentes - AMAR - reconhecendo o trabalho da Bumba Records em prol dos direitos autorais e regulamentação dos fonogramas. Ato que enche o Bumba Records de orgulho e honra! 

[ clique na imagem para ampliar e ler ]